Vassoura
Do feixe de galhos amarrado a um cabo à vassoura de piaçava: como um utensílio simples atravessou milênios limpando casas, ruas e templos sem mudar de forma.
Busque por nome ou palavra-chave e combine filtros de categoria, época, finalidade e tipo. Os resultados aparecem enquanto você digita.
Do feixe de galhos amarrado a um cabo à vassoura de piaçava: como um utensílio simples atravessou milênios limpando casas, ruas e templos sem mudar de forma.
A história do espelho vai da obsidiana polida da Anatólia ao vidro prateado por Liebig, passando pelos segredos de Murano e pela Galeria dos Espelhos de Versalhes.
Da fechadura de madeira com pinos do Egito ao cilindro de Linus Yale, a história da fechadura e da chave é uma longa corrida entre serralheiros e arrombadores.
A cadeira passou de trono de faraós e bispos a móvel de todos: a história vai do Egito antigo à cadeira Thonet nº 14 e aos designers brasileiros do século XX.
Das tesouras de mola do Oriente Próximo à tesoura de pivô dos romanos e ao aço de Sheffield: a história de uma ferramenta que corta tecido, cabelo e papel.
Do sebo dos romanos à parafina do século XIX, a vela iluminou casas e templos antes da lâmpada elétrica e sobrevive hoje como rito, perfume e decoração.
O sabão nasceu de gordura e cinzas na Mesopotâmia, virou indústria em Marselha e Aleppo e só se tornou item de higiene diária com a química do século XIX.
Das panelas de brasa da China Han ao ferro elétrico a vapor, a história do ferro de passar é também a história do trabalho pesado de alisar roupa.
A lâmpada elétrica não teve um único inventor: Davy, Swan, Edison e químicos húngaros e americanos construíram, ao longo de um século, a luz que hoje é um gesto.
O fósforo de fricção surgiu em 1826 e levou meio século para ficar seguro. Conheça a química, as greves e as fábricas por trás do palito mais comum do mundo.
A pilha de Volta, de 1800, deu à ciência a primeira corrente elétrica estável. Dois séculos depois, suas descendentes alimentam de controles remotos a telefones.
Criado pelo engenheiro suíço George de Mestral a partir das sementes da bardana, o velcro levou mais de uma década para sair da ideia à fábrica e conquistar o mundo.
O código de barras nasceu de um pedido de supermercado, esperou o laser por 25 anos e hoje organiza o comércio, a logística e até o boleto bancário.
O Post-it nasceu de um adesivo fraco descoberto em 1968 e só chegou às lojas em 1980. Conheça a trajetória do bloco amarelo que organizou escritórios e geladeiras.
O chuveiro elétrico de passagem é uma invenção brasileira dos anos 1930 e 1940, popularizada por Lorenzetti e Corona, que democratizou o banho quente no país.
O elástico de borracha foi patenteado em Londres em 1845, mas depende de uma seiva americana e de uma descoberta química que domou a borracha: a vulcanização.
História do garfo: das pontas de servir da Antiguidade à mesa bizantina, da resistência europeia à padronização dos quatro dentes de aço inoxidável.
A colher é o talher mais antigo: nasceu de conchas e cascas, virou objeto de luxo no Egito e em Roma e chegou à cozinha moderna em aço e madeira.
História da panela de pressão: do digestor de Denis Papin, em 1679, às panelas de alumínio que encurtaram o cozimento e conquistaram a cozinha brasileira.
História da geladeira: das casas de gelo e da venda de blocos ao compressor doméstico de 1913, aos gases refrigerantes e à chegada às cozinhas brasileiras.
História da lata de conserva: do método de Nicolas Appert e da patente de Peter Durand, em 1810, à lata de alumínio e às sardinhas e goiabadas do Brasil.
História da garrafa térmica: do frasco a vácuo criado por James Dewar em 1892 à marca Thermos, às expedições polares e ao café e ao chimarrão do Brasil.
História do canudo: dos tubos de junco e ouro da Mesopotâmia ao canudo de papel de 1888, ao plástico descartável e às leis brasileiras que o proíbem.
História do forno de micro-ondas: do magnetron de radar e da descoberta de Percy Spencer em 1945 ao Radarange, ao modelo de bancada e à cozinha brasileira.
História da roda: as hipóteses sobre sua origem na Mesopotâmia e na Europa, a roda de Ljubljana, os raios, o aro de ferro e o carro de boi no Brasil.
História da bicicleta: da draisiana de Karl Drais em 1817 ao modelo de segurança de 1885, a febre dos anos 1890, Caloi e Monark e as ciclovias no Brasil.
História do semáforo: o sinal a gás de Londres em 1868, as luzes elétricas de Cleveland e Detroit, a cor amarela, a padronização mundial e os sinais no Brasil.
História do cinto de segurança: das patentes do século XIX ao cinto de três pontos de Nils Bohlin, na Volvo, em 1959, até a obrigatoriedade no Brasil em 1997.
História do pneu: a vulcanização de Goodyear, a patente esquecida de Thomson em 1845, Dunlop e Michelin, o pneu radial e o ciclo da borracha na Amazônia.
História do estribo: das alças da Índia ao estribo de ferro da China no século IV, a chegada à Europa com os ávaros e a polêmica tese sobre o feudalismo.
História da bússola: a colher de magnetita da China Han, a agulha de Shen Kuo em 1088, a rosa dos ventos europeia, o giroscópio e a agulha de marear portuguesa.
História da mala com rodinhas: a patente de Bernard Sadow em 1970, a Rollaboard de Robert Plath em 1987, o spinner e a bagagem de mão nos aeroportos do Brasil.
Do relato de Cai Lun em 105 d.C. às máquinas contínuas e à celulose de eucalipto: a história do papel, o suporte que espalhou a escrita pelo mundo.
Do grafite de Borrowdale, no século XVI, à mina de argila cozida de Conté e às fábricas brasileiras: a história do lápis, que escreve, apaga e segue em uso.
A reforma de Rowland Hill, o Penny Black de 1840 e o Olho-de-Boi de 1843: como o selo postal baratizou a correspondência e virou objeto de coleção.
Bell, Gray e Meucci disputam a paternidade; Dom Pedro II testou o aparelho em 1876. A história do telefone, da central manual ao celular no bolso.
De Hertz e Marconi ao padre Landell de Moura e à Rádio Sociedade de Roquette-Pinto: a história do rádio, da telegrafia sem fio às transmissões em FM.
De Chappe e Morse ao cabo transatlântico e às linhas de Rondon: a história do telégrafo, o sistema que pela primeira vez separou a mensagem do transporte.
Da Correspondenz-Karte austríaca de 1869 aos postais do Rio e de São Paulo: a história do cartão-postal, mensagem curta e ilustrada que antecedeu as redes sociais.
De Nipkow, Baird e Farnsworth à TV Tupi de 1950 e à cor da Festa da Uva: a história da televisão, o aparelho que reorganizou a vida doméstica no século XX.
A caneta esferográfica nasceu de patentes do século XIX, ganhou forma com os irmãos Bíró em 1938 e virou objeto de massa com a Bic Cristal em 1950.
O clipe de papel moderno, o modelo Gem, surgiu na Inglaterra por volta de 1890 sem patente nem inventor conhecido, e substituiu alfinetes nos escritórios.
O grampeador nasceu nos Estados Unidos no fim do século XIX, com as prensas de George McGill, e virou item básico de qualquer mesa de trabalho.
A máquina de escrever teve dezenas de precursores, mas virou produto com a Sholes and Glidden, lançada pela Remington em 1874, e reinou por um século.
A calculadora mecânica nasceu com Schickard e Pascal no século XVII, virou produto com o aritmômetro em 1851 e chegou ao bolso com chips na década de 1970.
O ábaco descende dos tabuleiros de contar da Mesopotâmia e da Grécia, ganhou hastes e contas na China e no Japão, e segue vivo em escolas e no ensino de cegos.
A borracha de apagar surgiu em Londres em 1770, quando Edward Nairne vendeu cubos de goma elástica que apagavam grafite melhor que o miolo de pão.
A fita adesiva moderna nasceu na 3M com Richard Drew: a fita crepe em 1925 e a fita transparente de celofane em 1930, que no Brasil virou durex.
A história do zíper, do fecho de Whitcomb Judson em 1893 ao modelo de Gideon Sundback, e como a invenção passou das botas à roupa de todos os dias.
A história do botão, dos ornamentos do vale do Indo às casas de botão medievais, das guildas de Paris à produção industrial e seu papel no vestuário brasileiro.
A história dos óculos, das pedras de leitura à invenção na Itália por volta de 1286, das hastes do século XVIII aos armações de hoje, e sua chegada ao Brasil.
A história do relógio de pulso, das joias do século XIX aos relógios de trincheira, do quartzo japonês ao smartwatch, e seu lugar na vida brasileira.
A história do guarda-chuva, dos guarda-sóis da Mesopotâmia e da China às ruas de Londres do século XVIII, da armação de aço às versões dobráveis, e seu uso no Brasil.
A história da calça jeans, do tecido de Nîmes e de Gênova à patente de Levi Strauss e Jacob Davis em 1873, do uniforme de mineiros à cultura jovem e ao Brasil.
A história do salto alto, dos cavaleiros persas e dos chapins venezianos aos sapatos de Luís XIV, da invenção do salto agulha em 1950 ao uso no Brasil.
A história do alfinete de segurança, das fíbulas da Idade do Bronze à patente de Walter Hunt em 1849, do berço de bebê ao punk, e seu uso no Brasil.
A ampulheta surge na Europa do século XIV, marca os turnos a bordo das naus e some com os relógios mecânicos, mas sobrevive como ícone de tempo e espera.
A pena de ganso foi o principal instrumento de escrita do Ocidente por mais de mil anos. Veja como era preparada, por que sumiu e o que dela sobrevive na caneta-tinteiro.
A lamparina a óleo iluminou casas e templos por quinze mil anos, mudou de combustível várias vezes e foi apagada pela eletricidade. Conheça essa história.
As primeiras moedas surgiram na Lídia por volta de 600 a.C. Veja como o disco de metal organizou economias, chegou ao Brasil e hoje cede lugar ao dinheiro digital.
O sinete e o lacre autenticaram cartas, contratos e decretos da Mesopotâmia ao século XIX. Veja por que saíram de uso e onde ainda sobrevivem, do selo branco à garrafa.
O fonógrafo de Edison, de 1877, foi a primeira máquina a gravar e reproduzir som. Veja como o gramofone de Berliner o superou e o que chegou ao Brasil pela Casa Edison.
O aquecedor de cama, panela de cobre com brasas e cabo longo, esquentou lençóis na Europa por quatro séculos, até a bolsa de água quente o aposentar.
O relógio de sol marcou as horas do Egito à era das ferrovias. Entenda como funciona, por que a hora legal o aposentou e onde ele sobrevive, inclusive no Brasil.