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Categoria · 8 verbetes

Comunicação

Papel, grafite, selo, fio, onda e tela: a história de como as mensagens passaram a viajar mais rápido do que as pessoas.

ComunicaçãoAntiguidade

Papel

Do relato de Cai Lun em 105 d.C. às máquinas contínuas e à celulose de eucalipto: a história do papel, o suporte que espalhou a escrita pelo mundo.

China, dinastia Han105 d.C.
ComunicaçãoSéculos XV a XVII

Lápis

Do grafite de Borrowdale, no século XVI, à mina de argila cozida de Conté e às fábricas brasileiras: a história do lápis, que escreve, apaga e segue em uso.

Cumbria, Inglaterrac. 1565
ComunicaçãoSéculo XIX

Selo postal

A reforma de Rowland Hill, o Penny Black de 1840 e o Olho-de-Boi de 1843: como o selo postal baratizou a correspondência e virou objeto de coleção.

Londres, Reino Unido1840
ComunicaçãoSéculo XIX

Telefone

Bell, Gray e Meucci disputam a paternidade; Dom Pedro II testou o aparelho em 1876. A história do telefone, da central manual ao celular no bolso.

Boston, Estados Unidos1876
ComunicaçãoSéculo XIX

Rádio

De Hertz e Marconi ao padre Landell de Moura e à Rádio Sociedade de Roquette-Pinto: a história do rádio, da telegrafia sem fio às transmissões em FM.

Europa e Américas (invenção simultânea)1895
ComunicaçãoSéculo XIX

Telégrafo

De Chappe e Morse ao cabo transatlântico e às linhas de Rondon: a história do telégrafo, o sistema que pela primeira vez separou a mensagem do transporte.

Inglaterra e Estados Unidos1837
ComunicaçãoSéculo XIX

Cartão-postal

Da Correspondenz-Karte austríaca de 1869 aos postais do Rio e de São Paulo: a história do cartão-postal, mensagem curta e ilustrada que antecedeu as redes sociais.

Viena, Império Austro-Húngaro1869
ComunicaçãoSéculo XX

Televisão

De Nipkow, Baird e Farnsworth à TV Tupi de 1950 e à cor da Festa da Uva: a história da televisão, o aparelho que reorganizou a vida doméstica no século XX.

Londres, Reino Unido, e Estados Unidos1926

Até o século XIX, uma mensagem viajava na velocidade de um cavalo ou de um navio. O telégrafo rompeu esse limite, o telefone deu voz ao fio e o rádio dispensou o fio. Mas os suportes antigos não desapareceram: o papel inventado na China continua sendo produzido aos milhões de toneladas, e o lápis, com seu núcleo de grafite e argila, sobrevive à caneta, ao teclado e à tela.

Esta categoria tem uma ligação especial com o Brasil. O país foi o segundo do mundo a emitir selos postais, com o Olho-de-Boi de 1843; Dom Pedro II foi um dos primeiros entusiastas do telefone; o padre Landell de Moura fez experiências pioneiras com transmissão de voz; e a Rádio Sociedade de Roquette-Pinto e a TV Tupi marcaram o início da radiodifusão e da televisão nacionais. Os verbetes trazem esses episódios ao lado da história internacional.

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